18 de abril de 2005

Vida viva para as crianças do futuro

"O educador do futuro fará sistematicamente (e não mecanicamente) o que todo educador bom e autêntico já faz hoje: sentirá as qualidades da Vida viva em cada criança, reconhecerá sua qualidades específicas e fará tudo para que elas possam desenvolver-se plenamente. Enquanto se conservar, com a mesma tenacidade, a tendência social atual, isto é, enquanto estiver dirigida contra essas qualidades inatas de expressão emocional viva, o educador autêntico deverá assumir uma dupla terefa: a de conhecer as expressões emocionais naturais que variam de uma criança para outra, e a de aprender a lidar com o meio social, restrito e amplo na medida em que este se opõe a essas qualidades vivas."

wilhelm reich

12 de abril de 2005

guerras realmente estúpidas

Em 1969, Honduras e Salvador entraram em guerra, causando a morte de 1900 civís, sendo encerada com um cessar fogo demandado pela Organização dos Estados Americanos. A guerra foi motivada por causas econômicas e territoriais, mas seu deflagador foi uma partida de futebol entre os dois países. Esta passagem na história, por motivos óbvios, ficou conhecida como A Guerra do Futebol.

9 de abril de 2005

auto-ajuda

"A chamada literatura de auto-ajuda, que na última metade do século 20 transformou-se em impressionante fenômeno editorial e econômico, não é simplesmente uma forma de iludir pessoas ingênuas e crédulas, e, assim, ganhar dinheiro vendendo livros. Ao contrário do que pensam seus detratores, a literatura de auto-ajuda é muito mais do que isso, deitando suas raízes no próprio núcleo da tradição cultural e filosófica do Ocidente e, por suposto, na crise desta e de seus valores e instituições."

É com essa mensagem de orelha que eu convido todos a lerem o livro "Literatura de Auto-Ajuda e Individualismo", do Francisco Rudiger. Muito bom, nota 10.

Oasis


Não há cidade livre de pequenos mistérios, de cantos aonde os anjos vão pra abanar suas asas e fofocar sobre os humanos. São lugares quase sempre junto aos centros, às convulsões urbanas, à correria, mas que se caracterizam por calma, ar puro e beleza ímpar. Oasis. Uma beleza quase sempre ainda não tocada pela mácula da conservação. São pequenos universos nos circundando, lugares descobertos por quem nada quer encontrar.

1 de abril de 2005

Dia dos Bobos

o papa morreu dia 2 de Abril porque a palavra da Igreja ao anunciar sua morte não podia ser desacreditada.

- Por Deus, ele podia ter morrido um dia antes!

29 de março de 2005

ONG ou ( Onde Nunca Governaremos )

Sociedade organizada, solidariedade produzida, responsabilidade social... e sem fins lucrativos! eis então o cidadão tranquilo. Uma vez organizados, formamos ONGs. E buscamos frenéticamente a tal cidadania... precisamos resgata-lá, exercê-la, oferecer pra quem não tem...sendo assim, eis aqui...veja que beleza, em diversas cores, a cidadania está na mesa. E realizamos a solidariedade por decreto, aquela que te faz ligar para o "Criança Esperança", distanciando-nos cada vez mais de uma solidariedade por convivência. ONG, outro engodo da sociedade civil. Tomar pra si aquilo que é de responsabilidade governamental é um tanto louvável sim, tendo em vista os benefícios trazidos por tal iniciativa: a sociedade fica tranquila exercendo seu "papel social" e por conseguinte sente as delícias da consciência solidária, o governo quer mais é que as empresas dêem apoio às ONGs (R$$$$) e para isso diminui os impostos daquelas "responsáveis socialmente" (iso#####), os jovens saem das universidades e montam seu pròprio negócio (ONG)e já existe até "empresa" que ensina como "captar recursos" para montar a sua "própria ONG"!! Ok, então quer dizer que Organização Não Governamental existe enquanto houver questôes sociais não resolvidas ou pelo menos mal resolvidas pelos governos, Estados, Prefeituras, etc e tal...sendo assim o objetivo maior das ONGs é deixar de existir? Será mesmo "sem fins lucrativos"? de que lucro estamos falando? A ONG quer potencializar os indivíduos ou precisa deles enquanto "assistidos" para que exista uma razão de ser para ela mesma?

2 de março de 2005

e já dizia...

Raoul Vaneigem:

Para mim, a única igualdade que reconheço é aquela que a minha vontade de viver conforme os meus desejos reconhece na vontade de viver dos outros. A igualdade revolucionária será indissoluvelmente individual e coletiva.